terça-feira, outubro 26, 2004
Joãozinho meu amor,
Sabes que te amo muito mas, como já disse por diversas vezes, é deveras presunçoso da tua parte denominares-te e proclamares-te “O Chefe”.
Com duas fortes presenças e participações penso poder considerar-me um elemento importante e fundador destas tertúlias. Sendo assim, sinto-me no direito de aqui expor a minha tese quanto à origem do nome das mesmas.
Para mim esta denominação veio do simples facto de todos nós sermos sobejamente importantes e únicos, contribuindo de maneira singular e imprescindível para o sucesso de cada um destes eventos. Seguindo esta linha de raciocínio facilmente se constata que cada um de nós, cada elemento, cada indivíduo pertencente a este núcleo é, em si mesmo, um “Chefe” e na sua singularidade “O Chefe”. No entanto “Jantar dos Chefes” seria uma má e infeliz denominação. Lembrar-nos-ia aqueles jantares de gente decrépita e triste que recordam aventuras e glórias de outrora esquecendo-se de viver o presente e olhar para o futuro. Nada disto caracterizaria o que estávamos a começar naquela noite quente de sábado quando todos nos juntámos num ambiente de paz e amor para muito curtir e ainda mais castiçar enquanto comíamos algo e bebíamos “muitos algos” ao ritmo de jogos de tasca. Deste modo considerei “O Jantar do Chefe” o título perfeito para dar à refeição que juntaria este tão rico conjunto de amigos e amigas, conhecidos e conhecidas. Bem sei que este nome nasceu, meu querido Joãozinho, da tua cabeça tão criativa, cheia de ideias e rica em imaginação contudo, recuso-me a ver-te como “O Chefe” de um conjunto de líderes tão altivos como este. És sim “Um dOs” que participam nestas amenas e genuínas tertúlias.
Dito isto, também não posso deixar de dar os meus Maiores Parabéns aos elementos que iniciaram este "blogg", João e Miguel (Valles e Neiva para alguns, Rum e Neves para outros, etc…). A ideia e o conceito vão com toda a certeza fazer-vos alcançar o que pretendem. As maiores felicidades!
Rogo então a todos “Os Chefes” que aqui deixem os vossos pensamentos e mensagens. Partilhem com todo o grupo (e os demais curiosos que por aqui passarem) o que vos vai na alma e deixem simplesmente o vosso coração falar.
Sem mais a acrescentar por agora, fico-me por aqui com um valente e ruidoso “Viva!” ao “Jantar do Chefe – O Genuíno” e a todos os seus tão singularmente fantásticos elementos.
Pimá
Sabes que te amo muito mas, como já disse por diversas vezes, é deveras presunçoso da tua parte denominares-te e proclamares-te “O Chefe”.
Com duas fortes presenças e participações penso poder considerar-me um elemento importante e fundador destas tertúlias. Sendo assim, sinto-me no direito de aqui expor a minha tese quanto à origem do nome das mesmas.
Para mim esta denominação veio do simples facto de todos nós sermos sobejamente importantes e únicos, contribuindo de maneira singular e imprescindível para o sucesso de cada um destes eventos. Seguindo esta linha de raciocínio facilmente se constata que cada um de nós, cada elemento, cada indivíduo pertencente a este núcleo é, em si mesmo, um “Chefe” e na sua singularidade “O Chefe”. No entanto “Jantar dos Chefes” seria uma má e infeliz denominação. Lembrar-nos-ia aqueles jantares de gente decrépita e triste que recordam aventuras e glórias de outrora esquecendo-se de viver o presente e olhar para o futuro. Nada disto caracterizaria o que estávamos a começar naquela noite quente de sábado quando todos nos juntámos num ambiente de paz e amor para muito curtir e ainda mais castiçar enquanto comíamos algo e bebíamos “muitos algos” ao ritmo de jogos de tasca. Deste modo considerei “O Jantar do Chefe” o título perfeito para dar à refeição que juntaria este tão rico conjunto de amigos e amigas, conhecidos e conhecidas. Bem sei que este nome nasceu, meu querido Joãozinho, da tua cabeça tão criativa, cheia de ideias e rica em imaginação contudo, recuso-me a ver-te como “O Chefe” de um conjunto de líderes tão altivos como este. És sim “Um dOs” que participam nestas amenas e genuínas tertúlias.
Dito isto, também não posso deixar de dar os meus Maiores Parabéns aos elementos que iniciaram este "blogg", João e Miguel (Valles e Neiva para alguns, Rum e Neves para outros, etc…). A ideia e o conceito vão com toda a certeza fazer-vos alcançar o que pretendem. As maiores felicidades!
Rogo então a todos “Os Chefes” que aqui deixem os vossos pensamentos e mensagens. Partilhem com todo o grupo (e os demais curiosos que por aqui passarem) o que vos vai na alma e deixem simplesmente o vosso coração falar.
Sem mais a acrescentar por agora, fico-me por aqui com um valente e ruidoso “Viva!” ao “Jantar do Chefe – O Genuíno” e a todos os seus tão singularmente fantásticos elementos.
Pimá
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